Bem-vindo ao Blog sobre Colorimetria e Gerenciamento de Cores – Pedro Gargalaca

  • Lâmpada LED T8 D50 – Coralis

    As lâmpadas LED T8 D50 da Coralis atendem à norma ISO 3664:2009 e são projetadas especificamente para aplicações que exigem inspeção visual precisa de cores, como proof e controle de qualidade em impressão e design  .

    Características principais:

    • Temperatura de cor D50 (≈ 5000 K), ideal para ambientes de avaliação de cores neutra e padronizada.
    • Índice de Reprodução de Cor (CRI) > 95, garantindo alta fidelidade na visualização das tonalidades  .
    • Consumo de energia: 18 W (sem reator), compatível com tensão entre 110 V e 240 V, com potência bi-pino padrão G13.
    • Durabilidade aproximada: até 30.000 horas, com excelente relação custo-benefício em comparação às lâmpadas fluorescentes tradicionais  .

    Aplicações recomendadas:

    • Inspeção visual de cores em indústrias gráficas, design e pré-impressão;
    • Situações que requerem iluminação padronizada conforme ISO 3664:2009;
    • Ambientes onde a estabilidade e a reprodução constante da cor são críticas.

  • Medição de cor à úmido

    Como reduzir em até 30% o tempo de acerto de cor na produção

    Acabo de sair de uma visita a um cliente que conquistou um ganho impressionante: redução de 30% no tempo de acerto de cor na produção.

    O segredo? Adoção da medição de cor ainda úmida, sem necessidade de aplicação e secagem.

    Tradicionalmente, muitas empresas perdem horas preciosas aguardando a secagem das amostras para avaliar o resultado final da cor. Esse processo, além de consumir tempo, gera custos extras com retrabalho, desperdício de insumos e atraso nas entregas.

    Ao implementar a tecnologia de medição à úmido, o cliente conseguiu:

    • Eliminar a etapa de secagem das amostras, acelerando a tomada de decisão;

    • Reduzir desperdícios de tintas e substratos, já que ajustes são feitos com maior precisão desde o início;

    • Ganhar agilidade na produção, aumentando a produtividade e a capacidade de atender mais pedidos;

    • Elevar a consistência e confiabilidade das cores, garantindo maior satisfação dos clientes finais;

    • Melhorar a previsibilidade dos processos, reduzindo variações e facilitando o controle de qualidade.

    Esse resultado é um exemplo prático de como a tecnologia e a gestão de cor podem transformar a competitividade de uma empresa, otimizando processos e reduzindo custos de forma imediata.

    Se a sua operação ainda depende da medição após a secagem, vale considerar a adoção dessa metodologia. Os ganhos de eficiência e qualidade são comprovados e podem representar um diferencial estratégico para o seu negócio.

  • Teste form da Rampa

    O test form disponibilizado com o software Print Control, da Tucana, foi desenvolvido para assegurar a conformidade dos processos gráficos com a norma ISO 12647. Por meio dele, é possível determinar as densidades óticas ideais, garantindo que os valores colorimétricos estejam dentro das tolerâncias estabelecidas pelo padrão ISO.

    Além disso, o sistema permite a medição do TVI (Tonal Value Increase – ganho de ponto), um dos parâmetros mais críticos para o controle da qualidade de impressão. Quando identificadas variações significativas, podem ser geradas curvas de compensação, que são facilmente importadas para os softwares RIP de CTPs ou workflows, garantindo estabilidade e consistência na produção.

    Um abraço à todos

    Pedro Gargalaca 

  • Blog do Pedro Gargalaca agora também no site da Coralis

    Novidade para meus leitores!

    Olá, amigos e seguidores do meu blog,

    Tenho o prazer de compartilhar uma novidade: agora o meu blog está hospedado dentro do site da Coralis!

    👉 Acesse pelo link: www.coralis.com.br/pedrogargalaca

    Lá vocês continuarão encontrando meus conteúdos sobre gestão de cores, tecnologias de medição e tendências do mercado gráfico e de embalagens, reunidos em um só espaço, com ainda mais facilidade de navegação.

    Conto com a presença de todos vocês nessa nova fase!

    Um forte abraço,

    Pedro Gargalaca

  • Como aumentar o gamut da impressão?

    Como aumentar o gamut na impressão?

    Muitas pessoas me perguntam como é possível aumentar o gamut de impressão e a resposta está diretamente relacionada ao próprio processo de impressão.

    Uma das formas mais conhecidas para ampliar o gamut é elevar as densidades das cores primárias. No entanto, nem sempre isso é viável. A razão é que o processo de impressão depende da curva de reprodução de pontos e, quando essa curva é ultrapassada, a qualidade do resultado pode ser comprometida.

    Um exemplo clássico é a cor amarela. Por ser a mais transparente das primárias, é também a primeira a apresentar perda de contraste quando sua densidade é aumentada além do limite adequado. Por esse motivo, precisamos interromper o crescimento da densidade do amarelo antes que ocorram problemas visuais.

    Consequentemente, para manter o equilíbrio cromático das cores secundárias, somos obrigados a limitar também o ciano e o magenta, em função da restrição imposta pelo amarelo.

    Assim, podemos afirmar que o amarelo é a cor que define o limite para a expansão do gamut na impressão.

    Um grande abraço a todos,

    Pedro Gargalaca

  • CRI para Lâmpadas de LED

    A CIE (Comissão Internacional de Iluminação) vem conduzindo estudos para definir métodos mais adequados de caracterização da eficácia das lâmpadas LED, cuja presença no mercado cresce de forma exponencial.

    Atualmente, o Índice de Reprodução de Cor (CRI – Color Rendering Index) é amplamente utilizado para avaliar a qualidade de reprodução cromática de fontes luminosas fluorescentes e incandescentes, por meio da comparação com iluminantes padrão.

    Entretanto, o CRI apresenta limitações significativas quando aplicado às fontes de luz baseadas em LED, pois não considera plenamente aspectos como o espectro descontínuo e a variação da resposta visual em diferentes aplicações.

    Diante dessas limitações, a CIE e outras entidades normativas estão desenvolvendo novos métodos de avaliação, como o TM-30-15 (proposto pela IES – Illuminating Engineering Society), que utiliza um conjunto ampliado de cores e fornece índices complementares de fidelidade (Rf) e gamut (Rg).

    Veja abaixo, um comparativo ente os dois sistemas de cálculo de CRI que normalmente utilizamos no mercado

    Comparativo: CRI vs TM-30-15 na Avaliação de Fontes LED

     

    Critério

    CRI (Color Rendering Index)

    TM-30-15 (IES)

    Origem

    CIE – Comissão Internacional de Iluminação

    IES – Illuminating Engineering Society

    Número de cores de teste

    8 cores padrão (Ra8) – versões estendidas usam até 14

    99 cores de amostra (R_f e R_g)

    Métrica principal

    Índice único (Ra)

    Dois índices principais: Rf (fidelidade) e Rg (gamut)

    Espectro considerado

    Limitado, adequado a fontes contínuas (fluorescentes/incandescentes)

    Mais abrangente, adequado a espectros descontínuos como LEDs

    Sensibilidade a saturação e tonalidade

    Baixa – não avalia saturação ou mudanças de matiz

    Alta – avalia fidelidade e saturação da cor separadamente

    Comparabilidade entre LEDs

    Pode gerar resultados semelhantes para lâmpadas com percepções visuais distintas

    Diferencia melhor a qualidade da percepção cromática entre diferentes LEDs

    Uso atual

    Ainda amplamente utilizado, porém limitado para LEDs

    Recomendado para avaliação técnica avançada de LEDs

     Um abraço à todos

    Pedro Gargalaca 

  • Pantone Live

    Imaginem um Pantone para multi substratos…pois é, o Pantone Live possui cores Pantone customizadas para Latas de Alumínio, cartão, etiquetas, plásticos, embalagens flexíveis, papelão ondulado, entre outros.
    A comunicação precisa de cor entre os proprietários das marcas e os fornecedores.
    O Pantone live será acessado diretamente na nuvem com login e senha fornecida pelo cliente ou convertedor.
    O Pantone Live permite interação com Ilustrator, Photoshop e Ink Formulation, para customizar ainda mais as cores, ou seja, permitir a formulação de uma cor real com as bases coloridas de qualquer fabricante de tinta.
    O Pantone Live, contém agora valores de reflectância espectral, o que garante fidelidade absoluta de transmissão de padrões de cor pela nuvem.
    Valores de reflectância permitem o desenvolvimento muito mais preciso da cor, pois valores de Lab são apenas coordenadas de cor, e não são a impressão digital da cor ou o DNA da cor
     Com o uso do Pantone Live, as grandes marcas poderão deixar todos os padrões de cor na nuvem, garantindo uma comunicação internacional das cores desejadas, independentemente de país ou região em que o fornecedor se encontre.
    Com a utilização do XRGA da X-Rite, existirá a garantia da fidelidade de medição entre todos os instrumentos pertencentes à cadeia.
    Um abraço à todos.

  • Você é Daltônico? Faça o teste online…

    Agora é possível fazer uma brincadeirinha na internet e fazer o teste Munsell Farnsworth (Daltonismo) no seguinte endereço: http://www.xrite.com/custom_page.aspx?PageID=77&Lang=en
    Lembrem-se de calibrar o monitor antes de fazer o teste. Caso possível, façam também a certificação do monitor.
    Outro importante aspecto é que sempre devemos fazer este teste descansados e preferencialmente no período da manhã.
    O teste oficial, deve ser feito com os módulos coloridos reais em uma cabine de luz com iluminação padrão e sem o efeito da circunvizinhança, também conhecido como efeito “sourround”.
    Baixem também um artigo que eu escrevi sobre os tipos de daltonismo do site da Coralis (www.coralis.com.br). Um abraço à todos